quinta-feira, 30 de julho de 2009

Carolina de Oliveira Gonçalves

O Significado para Idosos da Prática de Atividades Fisicas nas Praias do Litoral Alagoano
Description: A despeito do crescimento da população de idosos no Brasil e no mundo, pouco se sabe da inserção dessa população nos supostos redutos de corpos jovens . Nesse sentido, a praia e as possibilidades de lazer e atividades que nela podem ser encontradas é um tema a ser explorado. O objetivo desta pesquisa é investigar a prática de atividades físicas dos idosos nas praias de Alagoas. Numa abordagem exploratória de cunho qualitativo, foram entrevistados 63 idosos de ambos os sexos, dos 60 anos 87 anos em sete praias. Através da análise de conteúdo foi possível verificar que 95,16% dos entrevistados gostam de ir à praia; 84,37% do total praticam atividade física regular na orla ou na areia, como a caminhada, mas sentem falta de atividades orientadas como ginástica, ioga e alongamento. Para os praticantes, a atividade física na praia significa terapia, felicidade, relaxamento e saúde. Preliminarmente, pode-se afirmar que a praia pode não ser apenas mais encarada como um reduto de jovens, mas também um local de apoio ao processo de envelhecimento saudável.. Situation: Concluded; Nature: Research. Participant Students: Graduation ( 1) / Ph.D. ( 1) . Participants: Maria da Consolação Gomes Cunha Fernandes Tavares - Co-ordinator / Vagner Reolon Marcelino - Participant / Carolina de Oliveira Gonçalves - Participant.Sponsor(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Scholarship..

Projeto leva atividade física para as praias do litoral paulista

Sport Time
15/1/2009 12:00:00
Projeto leva atividade física para as praias do litoral paulista
Moradores e turistas participam de aulas embaladas por axé, funk e lambada
Praia da Guilhermina, Praia Grande
Projeto leva atividade física para as praias do litoral paulista
A segunda edição do Verão Saúde, que acontece no litoral paulista, vai estar neste fim de semana nas areias das praias de Vila Guilhermina, em Praia Grande, e Pitangueiras, no Guarujá.
Coordenadas e acompanhadas por professores e personal trainers, a população poderá realizar atividades esportivas e de lazer de sexta a domingo. O evento, promovido pela Confederação Brasileira de Esportes Radicais (CBER) em conjunto com a Secretária de Esporte, Lazer e Turismo do Estado de São Paulo, acontece até o início de março.
As atividades são gratuitas e incluem caminhada, ginástica localizada, aulas de ritmo, recreação infantil, parede de alpinismo, clínica de vôlei e futevôlei, entre outras. A atividade começa às 9 horas, com um alongamento puxado por especialistas, e vai até as 12h; à tarde, acontece das 16h até as 18h.
Fernando Fischer

http://www.revistasportlife.com.br/index.asp?codc=913

URBANIDADES NA NATUREZA





ISBN: 8561022078

ISBN-13: 9788561022075

Livro em portuguêsBrochura

21 x 14 cm

1ª Edição - 2008


'URBANIDADES NA NATUREZA' investiga como os esportes praticados em ambientes naturais foram assimilados no Rio de Janeiro. A cidade, possuidora de beleza natural cantada em prosa e verso, acolheu o surfe e o montanhismo. Estes esportes se firmam na cidade juntamente com algumas mudanças de costumes - a voga da alimentação natural e a busca de um contato maior com a natureza. Uma juventude em busca de emoção e vida saudável em comunhão com espaços abertos e naturais se dedica a estes esportes criando uma nova relação com o urbano.


Educando Para o Lazer: Relato de Experiencia com a Comunidade do Preventorio


Introdução
Desenvolver um trabalho de educação para o lazer não é tarefa muito fácil para a os professores de Educação Física. Segundo pesquisa feita por Darido a maioria deles quando coloca os alunos para realizarem uma atividade que lhes permita uma certa autonomia de decisão, "sentem que seu papel de" professor-educador "é diminuído, atenuado, ou mesmo, excluído" (Darido, 2003, p.75). Na medida em que as atividades de lazer necessitam de um certo grau de "liberdade" a fim de que os sujeitos envolvidos no processo possam realizar suas escolhas, fazer opções sobre que atividade lhes é mais conveniente, necessária, prazerosa..., Muitos professores sentem dificuldade em implementar aulas menos diretivas, mais livres e com menos intervenções. Aos olhos do leigo (diretor, coordenador e outros professores da escola) parece que o professor não está fazendo nada, é um "boa vida", fica só descansando enquanto os alunos estão brincando ou jogando. Poucos têm consciência do quanto é trabalhoso conseguir que uma turma atinja o nível de entendimento suficiente para se auto-organizar a fim de definir e desenvolver uma atividade com o mínimo de interferência do professor. Segundo Silva e Silva a capacidade de auto-organização de um grupo é precondição para o desenvolvimento da cultura popular (que engloba a cultura do movimento corporal) e da educação para o protagonismo, e desenvolve a capacidade de trabalho coletivo onde é necessário "saber organizar e dirigir um grupo quando necessário e também saber obedecer quando for preciso" (Silva e Silva, 2004, p.39).
Com base nesta reflexão venho trazer para vocês minha experiência na busca de uma Educação para o lazer dentro da Educação Física Escolar.

Assim que tudo começou
Esta história, como a da maioria dos professores, se confunde com minha história de vida. Atleta de Ginástica Rítmica durante oito anos e bailarina desde os sete anos de idade me vi inclinada a cursar Educação Física. Estudei na UFRJ, numa época em que saíamos da faculdade nos sentindo técnicos (ainda que as disciplinas pedagógicas da Praia Vermelha tentassem nos afastar desta tendência). Minha vida como professora começou logo no início do curso. Experimentei quase todas as áreas da educação física: técnica de algumas modalidades esportivas, recreadora de clube e de hotel, professora de ginástica e avaliadora física em academia, agente social de esporte e lazer, professora de ballet, professora de Educação Física em escola particular e pública... Disciplina, atenção, participação, rigidez e autoritarismo eram a base das minhas aulas. Apesar disso, minha maior preocupação sempre foi ensinar aos alunos algo que fosse útil para a vida deles, que eles realmente gostassem de fazer, que ajudasse verdadeiramente em sua formação como cidadãos.
Sempre acreditei que estava fazendo isso. Confiava na capacidade educativa do esporte por si só, que influenciou decisivamente na formação da minha personalidade e do meu caráter. Mesmo tendo experimentado várias opções dentro da Educação Física, o trabalho com Educação Física Escolar no ensino público foi o que mais me atraiu.

  1. Trabalhando com a comunidade do Preventório
    No início do ano 2000 comecei a dar aulas na E.E.Maria Pereira das Neves, localizada no bairro de Charitas/Niterói. Charitas é um bairro situado entre o mar da Baía de Guanabara e as montanhas, como é característico na cidade de Niterói. A escola pequena, ainda oferecia turmas de C.A. à 4ªsérie, mas iria iniciar o processo de transição para oferecer turmas de 5ª a 8ª série do ensino fundamental, por isso a minha entrada na escola foi possível. Não havia um local específico para as aulas acontecerem, mas enquanto as crianças não cresciam os dois pequenos pátios estavam excelentes, até porque com as turmas do primeiro segmento do ensino fundamental não trabalhava o desporto, mas sim brincadeiras, pequenos jogos e exercícios de psicomotricidade. Com as turmas do 2º segmento adaptava o espaço para trabalhar com a iniciação desportiva. Improvisávamos traves, tabelas de basquete, redes de vôlei... E, transformávamos o espaço numa "quadra polivalente". Os problemas começaram quando eles foram chegando na 7ª e 8ª séries. O espaço se tornou pequeno e eles de tanto praticar as mesmas modalidades todos os anos acabaram se tornando "exímios" praticantes. Gostavam de fazer tudo muito bem feito, adoravam competir, mas começaram a se mostrar desinteressados. Isto me incomodava muito! Tentei conseguir o ginásio do Corpo de Bombeiros que se localiza ao lado da escola. Solicitamos, fizemos abaixo assinado e apelamos para pais de alunos que eram soldados ali, mas tudo que conseguimos foi realizar numa tarde um evento de final de ano, uma competição entre as turmas. A presença de crianças dentro daquele espaço é algo inadmissível para a corporação. Nos restava a praia, bem ali na frente nos convidando... Falavam que era uma loucura. Consegui permissão para ir com os alunos para a praia apenas esporadicamente. No início, tinha que avisar à direção quando ia sair e normalmente o auxiliar de serviços gerais nos ajudava a atravessar a rua. Antes de sair mil recomendações aos alunos sobre o comportamento (coisas de professora-mãe), como se eles não estivessem cansados de atravessar a rua que fica na frente de suas casas e ir à praia mesmo desacompanhados de seus responsáveis. Ainda assim a turma que não se "comportava" perdia o direito de voltar numa outra oportunidade. Ah, as sanções... Com a variedade de atividades possíveis de se realizar na praia, as aulas tornaram-se muito mais descontraídas, atraentes e dinâmicas. As "bagunças" tornaram-se menos evidentes e, portanto mais "permitidas". Caminhadas, corridas, brincadeiras, jogos ou simplesmente uma boa conversa no calçadão, ver a mãe, o pai ou outro conhecido passando, paquerar, tudo isso passou a fazer parte da aula de EF depois que nos apropriamos da praia. O dia em que a aula acontecia na praia era o dia de "variar", fazer alguma coisa diferente: jogar uma "pelada" (sem a profª de juiz), um jogo de queimado, empinar pipa, jogar bola de gude, brincar de pique...Confesso que ficava preocupada se alguém passasse e achasse que minha aula era uma bagunça ou que eu não estava fazendo nada. Todos os dias os alunos torciam, pediam, imploravam para que a aula fosse na praia. Com o tempo as aulas na praia passaram a ser cada vez mais freqüentes. Algumas turmas já me esperavam no portão, para ver se eu nem pensava em ficar na escola!
    Subitamente, perto do final do ano de 2003, nosso local de aulas foi invadido por tapumes de obra. Como conseqüência do PUR da prefeitura de Niterói, aquela praia passaria a abrigar uma suntuosa estação de catamarãs que ajudaria a descongestionar o movimento da estação das barcas no Centro de Niterói, escoando o trânsito de moradores da Região Oceânica. Foi um susto! Algumas tentativas de reverter essa situação foram tentadas sem sucesso. A areia da praia passou a ser canteiro de obras e o campo de futebol onde aconteciam as aulas de Educação Física e a comunidade utilizava como área de lazer, foi tomado pela construção de um grande estacionamento para servir aos usuários dos catamarãs. Apesar da inegável necessidade (para a elite de Niterói) de se construir aquela estação, para a comunidade que ali vive a obra representou uma agressão, tanto no que diz respeito às suas possibilidades de lazer quanto a seu modo de vida. Na nossa rotina de aulas, representou um retrocesso. Para conseguirmos um espaço livre tínhamos que caminhar um pouco e nem sempre o local era adequado ou estava disponível. Além disso, nosso distanciamento da escola não agradava muito à direção. Ficávamos semanas a fio fazendo aulas no pátio dentro da escola. Para os alunos (e às vezes para mim também) era um martírio! A necessidade de negociar todas as nossas conquistas era um novo aprendizado para nós. Nossa saída era negociada com a direção, nosso espaço para realização das aulas era negociado com a própria comunidade que queria usar o mesmo espaço ao mesmo tempo, ou com os atletas do parapente ou vôo livre que eram "donos" de um espaço privilegiado na praia. Depois que a Estação ficou pronta, tínhamos que negociar o uso do calçadão com os seguranças da BARCAS S/A e com os usuários das barcas.
    Em setembro de 2004 a escola entrou em obras. O pátio da frente virou barracão e o lateral foi destruído para restauração das instalações de água e esgoto. Nesta época, coincidentemente, me afastei das atividades ligadas à Ginástica Rítmica e iniciei a pós-graduação em Educação Física Escolar na UFF. Era o momento propício para mudar.
    Se as esporádicas idas à praia já eram encaradas com enorme receio pela direção e como atitude de "loucura" pelos demais colegas de profissão, como enfrentar sozinha a praia como local regular de trabalho. Precisava pensar e me preparar, pois pressentia que após a primeira saída, não teria volta. A primeira reação foi recuar de vez para dentro de sala de aula, sob veementes protestos dos alunos.
    Em pouco tempo estávamos (inclusive eu) saturados de tanta aula de dança, expressão corporal, tiro ao alvo, brincadeira da mímica, forca, dicionário e outras que conseguimos inventar e realizar dentro das salas de aula (sem fazer muito barulho para não atrapalhar as outras aulas). Qualquer atividade proposta que os tirassem de dentro da escola seria melhor que permanecer dentro de sala. Começamos apenas com caminhadas pelo calçadão. Não era a "brincadeira" preferida, mas foi o pontapé inicial para irmos, aos poucos, descobrindo muitas outras possibilidades para nossas aulas e para o lazer da comunidade. Após caminharmos pelo calçadão aproximadamente 1,2 km chegávamos a uma pracinha (que eles chamam de píer), dessas que as prefeituras colocam barras, paralelas, prancha para abdominal, gangorra, balanço, e um gramadinho modesto, mas que dava para adaptar algumas brincadeiras. Só não dava para jogar bola, pela proximidade do mar e neste local existem muitas pedras que dificultam o acesso ao mar. Caminhando para o lado oposto ao da pracinha por uns 800 m havia um trecho de areia onde existiam muitas pedras e cacos de vidro no chão, apesar disso havia lá duas traves e o espaço tinha dimensões mais propícias para a prática de esportes com bola. Começamos a utilizá-lo sempre calçados e pacientemente fomos garimpando o terreno, dia após dia. Outro belo espaço começou a ser por nós utilizado e a utilização teve que ser negociada com seus "proprietários". Há poucos metros da escola junto do calçadão existe uma enorme área gramada onde existia uma placa com seguintes dizeres: "Área reservada para pouso de parapentes e prática de aeromodelismo". Nunca entendi como aquele espaço poderia ser particular se fazia parte da praia que é pública. Como os praticantes de aeromodelismo só apareciam nos fins de semana, era só olhar para o céu antes da aula e observar se havia algum parapente. Se não houvesse era festa! A área é realmente privilegiada, um gigantesco gramado entre o mar e o calçadão! Possibilita a prática de diversas atividades simultaneamente, sem que as "crianças voltem sujas de areia para a sala" de aula (este sempre foi um grande problema das aulas na praia). Inexplicavelmente a placa de área reservada desapareceu e eu nem me dei conta de quando isto aconteceu. Outro maravilhoso espaço por nós descoberto foi o Parque da Cidade. Situado no alto do morro da Viração existe um caminho que passa por dentro da comunidade do Preventório que chega no parque. O grande problema é que são 45min de subida íngreme, sendo inviável a realização freqüente deste passeio. Do alto do parque vemos toda a cidade de Niterói e algumas adjacências (Rio, São Gonçalo...), além de alguns brinquedos, existe um local improvisado para "rapel" e a pista de onde partem os praticantes de parapente e vôo livre.
    Em agosto de 2005 começaram a ser oferecidas as primeiras turmas de 5ª e 6ª série do EJA à noite, que me necessitavam de aulas de Educação Física. Em sua maioria, os alunos deste turno são familiares e parentes dos alunos dos turnos da manhã e da tarde, ou então ex-alunos com idade avançada em função de consecutivas repetências. De qualquer forma, a maioria já conhecia, pelo menos de vista, o trabalho feito nas aulas de Educação Física. Muitos colegas, também professores de Educação Física, que já haviam trabalhado com esta clientela e alertavam para a dificuldade em se implementar alguma atividade com participação total da turma. Por não ser obrigatória a participação em atividades físicas, mas ser obrigatória a disciplina Educação física no turno da noite, torna-se muito mais difícil o envolvimento dos alunos. Acaba-se trabalhando apenas dentro de sala de aula. Pensei que seria um desafio bem diferente trabalhar com esta nova clientela. Acabei me surpreendendo! As turmas eram gigantescas e extremamente heterogêneas! Poucos adolescentes, muitas pessoas que visivelmente estiveram trabalhando o dia todo e muitas senhoras. No primeiro dia de aula conversamos sobre direitos dos cidadãos e iniciei explicando que tinham direito de escolher se queriam fazer atividade física na praia ou não. Falei-lhes sobre os direitos à educação, saúde e lazer principalmente. Falamos sobre a necessidade em se praticar atividades físicas e outros cuidados visando à saúde e finalizei lembrando-lhes que no ano anterior eles haviam perdido um maravilhoso espaço de lazer e, portanto, era fundamental que mostrassem ao poder público que o espaço que restou da praia de Charitas representa uma área importantíssima para o lazer deles. Para isto era necessário que realmente a comunidade estivesse na praia: caminhando ou correndo no calçadão ou na areia, participando dos projetos de triathlon, vela, vôlei e ginástica e principalmente se organizando para utilizar a praia como única opção de lazer que têm, a fim de afastar a possibilidade ainda existente de continuarem fazendo obras particulares em cima da praia. Esta conversa suscitou, obviamente, discussões que duram até hoje. Só que as discussões acontecem na praia, durante nossas caminhadas e alongamentos, enquanto uns se arriscam numa rodinha de vôlei, ou numa partidinha de queimado, os rapazes gostam de jogar futebol, já arriscamos até frescobol no verão! Quando chove ficamos em sala de aula e conversamos muito sobre alimentação e saúde, pois são assuntos que despertam neles uma enorme curiosidade; além de tirarem muitas dúvidas sobre diversos mitos, preconceitos e tabus difundidos pela mídia e pela sociedade. Dietas da moda, padrões de beleza, anabolizantes e outras drogas, doenças sexualmente transmissíveis...
    A construção da Estação Hidroviária foi uma obra traumática para aquela comunidade, na medida em que os pegou de surpresa, sem permitir que eles se organizassem para se defender ou lutassem adequadamente por sua única área de lazer.Além disso, trouxe para o local um progresso indesejável, pois somente seus efeitos negativos puderam ser observados pela comunidade. A oferta de emprego não aumentou e contraditoriamente os pescadores e catadores de mariscos tiveram uma queda abrupta em suas rendas, pois com o movimento das barcas os mariscos e peixes desapareceram dali. Para completar, a prefeitura proibiu que os moradores da comunidade "trabalhassem" como "flanelinhas", tomando conta dos carros, mas permitiu que a Barcas S/A construísse um estacionamento enorme sobre a areia da praia e explorasse o local cobrando um preço absurdo para estacionarem no local. A Barcas S/A contratou uma empresa para oferecer segurança aos seus usuários, protegê-los contra os perigos que a comunidade pode oferecer-lhes. A infraestrutura (iluminação e instalações de água e esgoto) que serve à estação não foi estendida à comunidade e para piorar a situação o trânsito das lanchas largando óleo o dia inteiro só aumentou a poluição no local, além de atrapalhar os treinos dos alunos do projeto de vela (Projeto Grael) e o tráfego de barcos de pescadores locais. Aos poucos os usuários das barcas foram "delicadamente" inibindo a presença dos moradores no calçadão. Com seus carros do ano, suas roupas de grife, seus corpos perfeitamente malhados, cabelos penteados e impecáveis, acham linda a estação, mas feio o seu entorno e seus moradores. Isso trás revolta e aumenta a violência, que nunca foi comum nesta comunidade.
    EDUCANDO PARA O LAZER, CONCIENTIZANDO A COMUNIDADE

    Era urgente para a comunidade que se apropriassem verdadeiramente daquele espaço público de lazer a fim de inibir novas iniciativas da prefeitura em utilizar aquela área para benefício da elite. Visto que a obra e seus efeitos eram irreversíveis, comecei a me preocupar em mostrar lhes as inúmeras opções de espaço para a realização do lazer gratuito naquela praia. Como minha disciplina envolve atividades ligadas à cultura do movimento corporal, assumi a responsabilidade de tentar conscientizá-los de seus direitos em relação ao espaço que lhes restou, através do lazer. Embora saiba que muitas outras iniciativas contribuíram para esta conscientização, muito me orgulho quando vejo hoje em dia, o campo de futebol da praia com iluminação e a comunidade organizada, com a ajuda da Associação de Moradores, realizando seus campeonatos, ou quando vejo os espaços que conseguimos negociar para serem utilizados (aqueles que tinham "donos") sendo utilizados regularmente por membros da comunidade. É notória também uma maior capacidade de organização no sentido de fazer valer seus direitos. Recentemente organizaram uma manifestação contra a construção do túnel Charitas-Cafubá na frente da Estação Hidroviária com convocação de algumas redes de TV. A realização desta obra prevê a desapropriação de várias casas da comunidade do Preventório ou a destruição do Hospital Psiquiátrico de Jurujuba que presta atendimento psicológico gratuito a diversas pessoas da comunidade. Além da manifestação, foram à Câmara dos Vereadores no dia em que seria feita a votação para definir o valor da tarifa do pedágio a ser cobrado naquele túnel. A obra ainda não começou.
    Este relato tem como objetivo incentivar outros professores a também desenvolverem em suas aulas atividades voltadas para o lazer sem preocupações maiores em relação ao que podem estar pensando deles, mas com a consciência tranqüila de estão trabalhando no sentido da construção da cidadania, no desenvolvimento da autonomia e consciência crítica dos alunos.
    Obs. A participante de mesa redonda, prof. Luciana Santos Collier é professora da UNIG.

Bibliografia
Alves Júnior, E.D. & Melo V.A. Introdução ao Lazer. Barueri, SP: Manole, 2003.
Coletivo de autores. Metodologia do ensino da Educação Física. São Paulo: Cortez, 1992.
Darido, S.C. Educação Física na escola: questões e reflexões. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003.
Silva, J.A.A. & SILVA, K.N.P. Círculos Populares de Esporte e Lazer: fundamentos para a educação do tempo livre. Recife: Bagaço, 2004.
Werneck, C. Lazer, trabalho e Educação: relações históricas, questões contemporâneas. Belo Horizonte: Editora UFMG/CELAR-DEF, 2000.

quarta-feira, 29 de julho de 2009

"Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Por isso, aprendemos sempre". Paulo Freire


Rubem Alves tem um livro que se chama “A escola com que sempre sonhei, mas nunca imaginei que pudesse existir”, ou algo do gênero. Eu poderia complementar essa frase dele dizendo “A escola com que sempre sonhei, mas nunca imaginei que pudesse existir... em Santos!”

segunda-feira, 27 de julho de 2009

EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR - PRAIA - NATUREZA - PSICOPEDAGOGIA - EDUCAÇÃO - ESPORTES NA NATUREZA

NASCIMENTO, F. F. do. Educação Física escolar: utilização das praias da baixada santista como ambiente de aprendizado. In: CONGRESSO CARIOCA DE EDUCAÇÃO FÍSICA, 4., 2009, Rio de Janeiro. Anais... Rio de Janeiro: FIEP, 2009.


DALBEN, A. Educação do Corpo e Vida ao Ar Livre: natureza e educação física em São Paulo (1930 – 1945). 2009. 170f. Dissertação (Mestrado em Educação Física) – Faculdade de Educação Física, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 2009.

LAMES, C. M. O esporte-lazer na cidade do Rio de Janeiro: Uma abordagem dimensória. The FIEP Bulletin, Foz do Iguaçu, v. 75, n. 2, 2005. ISSN/ISBN: 02566419

BLOG MUNDO EDUCAÇÃO FÍSICA

http://blog.mundoeducacaofisica.com/category/surfe/

Atividade física gratuita atrai população na Praia da Costa

Madalena Poleto / Fotos: Marcelo Andrade

A Prefeitura de Vila Velha inaugurou, na manhã dessa terça-feira (22), às 8 horas, a hidroginástica em praia para adultos, na Curva da Sereia, Praia da Costa. No local, foi instalada uma tenda de cinco metros quadrados, como referência ao trabalho que será desenvolvido no espaço.
Os alunos presentes passaram por avaliação física e participaram das aulas de alongamento e hidroginástica, sob a coordenação das professoras Aureny Simões e Vanuza Corona. Logo cedo, a movimentação na praia atraiu diversas pessoas, que buscavam informação sobre os horários das aulas e como participar da atividade física.
Hidroginástica
A tenda montada na Praia da Costa oferece atividades físicas gratuitas, como alongamento e hidroginástica, de segunda à sexta-feira, das 8 às 10 horas. As pessoas interessadas serão incluídas no projeto, após o preenchimento de cadastro com os dados pessoais e avaliação feita pelo profissional da área que será realizada no local.
O projeto teve início em 1995 pela professora de educação física Aureny Simões, que trabalha no Programa de Atenção ao Idoso (PAI). Antes, as aulas eram oferecidas apenas às pessoas da terceira idade, mas, com o novo espaço, o atendimento foi ampliado para toda população.
Segundo a professora Aureny Simões, o projeto já atendia uma média de cem pessoas por dia, mas, com a abertura das novas vagas, esse número deve dobrar.
Programa de Atenção ao Idoso (PAI)Avenida Champagnat, 521, Praia da Costa, Vila VelhaTelefone: 3185-5606

Educação Física X Praia


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A EVOLUÇÃO DO SURFE FEMININO EM SANTOS: RESGATE DA HISTÓRIA DO SURFE FEMININO NA CIDADE DE SANTOS


ORIGEM DO SURFE
‹1500 ANOS
‹ PERUANOS DA CIVILIZAÇÃO MOCHICA
‹ PRANCHA EMBARCAÇÃO ( FEIXE DE JUNCOS ) = TOTORA
‹ 2 METROS DE COMPRIMENTO
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LENDAS DA ORIGEM DO SURF
‹CAPITÃO JAMES COOK, RELATO DE 1777, DESCREVE NATIVOS NUS...
‹ CARLOS LORCH, ( DESLIZANDO SOBRE AS ONDAS) DE 1980, DESCREVE A HISTÓRIA DO REI DO TAITI...


SURF NO BRASIL – SANTOS
BENEDITO GONÇALVES
DÉCADA DE 30
REVISTA POPULAR MECHANICS
TÁBUA HAVAIANA = TOM BLAKESURF NO BRASIL – SANTOS
OSMAR+JÚA+SYLVIO
ESPORTE IDEAL
1º GRUPO DE SURFISTAS BRASILEIROS

TOM SIMONSEN
HABILIDADE+OFICINA
JULIO PULZ
CARPINTEIRO NAVAL


EXPANSÃO
•ANOS 50 ... LUIZ CARLOS VIDAL ; RIO DE JANEIRO
•63-65 ... SURFE EIXO RIO -SÃO PAULO
•66-72 ... FAMÍLIAS JOHANPETER E SEFTON ;REGIÃO SUL
•70 ... INTERESSE COMERCIAL; REGIÃO NORDESTE
.


DÉCADAS
70....
•FALTA DE LOCAIS PARA TREINO
•HOUVE O 1º CAMPEONATO EM SANTOS MAS NÃO HOUVE PARTICIPAÇÃO FEMININA.
80....
•FORTALECIMENTO DAS EMPRESAS DE SURFWEAR
•SURGIMENTO DO BODYBOARD
•SURF DEU UMA DESAQUECIDA


DÉCADA DE 90
91... SEMES - OUHYDES FONSECA - CIDADE RADICAL - DEU ORIGEM A SEDE DA ESCOLA
92... NASCE A ESCOLA RADICAL E COMEÇA OS PRIMEIROS RESULTADOS
95... ALUNAS X PRECONCEITOS.
95 ...
•1º CLUBE FEMININO DO ESTADO DE SÃO PAULO
•MELHORAR A PRÁTICA DO SURF FEMININO EM SUA CATEGORIA AMADORA.
96 ...
• ASCENSÃO EM CAMPEONATOS
•ANO A ANO MAIS FORTE
•CATEGORIA FEMININA FINALMENTE CONSEGUE DESTAQUE


ABSF
(ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE SURF FEMININO)
HOT GIRLS SURF SCHOOL
_ SOMENTE GAROTAS
_ INVESTIR EM NOVOS TALENTOS
_ DIFERENTES AULAS
_ DIFUNDIR ESPORTE PELO PAIS
_ FORMAÇÃO DE MENINAS
_ UNIÃO DAS SURFISTAS PARA AÇÕES SOCIAIS
.


PRECONCEITO
SOCIEDADE E O DESENVOLVIMENTO DO ESPORTE
•DIMINUIÇÃO GRADATIVA
•MODISMO
•MÍDIA
•SOCIEDADE ACEITA O SURF FEMININO !?!?!


CONCLUSÃO
•RESGATAR A HISTÓRIA DO SURF FEMININO EM SANTOS
•DEMONSTRAR A EVOLUÇÃO DO SURF FEMININO
•A IMPORTÂNCIA DO SURF FEMININO.
ALOHA!



domingo, 26 de julho de 2009

GINÁSTICA GERAL ESCOLAR - SUGESTÃO

GINÁSTICA GERAL ESCOLAR
A Ginástica Geral (GG) é uma atividade gímnica não competitiva, sem normas e padrões obrigatórios. No âmbito mundial a GG é proposta orientada, difundida pela Federação Internacional de Ginástica (F.I.G.), que define como “parte da ginástica que está orientada para o lazer, onde pessoas de todas as idades podem participar simplesmente pelo prazer que sua prática proporciona, promovendo a saúde, a condição física e a interação social, contribuindo dessa forma, para o bem estar dos praticantes. Oferece um vasto campo de atividades, sempre respeitando as características, interesses e tradição de cada povo, expressadas através da variedade e beleza do movimento corporal”. (F.I.G., 1993)

Por sua característica abrangente e aberta permite vivenciar inúmeras experiências motoras, utilizando de diferentes conteúdos; danças, esportes, ginásticas, jogos, com diversos temas, formas, estilos, tendências, ritmos, músicas, materiais e vestimentas.
Não há um número determinado de participantes, podendo ter praticantes de ambos sexos, de diferentes idades, capacidades, habilidades e condições físicas. Não sendo seletiva, não exige um alto nível de performance e permite formar grupos mistos e diversificados quanto à idade, performance e habilidade.
A Ginástica Geral no contexto Escolar

A GG no contexto Escolar está centrado na idéia de Escola como lugar de relações humanas, de construção de conhecimento, de diversidade cultural; espaço em que as pessoas encontram-se para conhecer, conviver, compartilhar saberes, construir novos olhares acerca do mundo.
A GG na Escola pode ser desenvolvida tanto na aula de Educação Física como em atividades alternativas.
Aprender GG na Escola significa, portanto, vivenciar, conhecer, estudar, compreender, confrontar, interpretar, problematizar, aprender inúmeras interpretações da ginástica para, com base nesse aprendizado, buscar novos significados e criar novas possibilidades de expressão gímnica, colocando a criança em relação com seu próprio corpo, permitindo-lhe descobrir diversos segmentos, proporcionando a própria criança sentir e realizar melhor os vários movimentos que elas desencadeiem. É uma conscientização geral da existência do corpo, dos deslocamentos em um espaço onde as distâncias, os intervalos, as direções e os sentidos são avaliados e controlados. A GG também aborda os fundamentos básicos do CIRCO como: equlibrismo, malabarismo, acrobacias, entre outros. A INTERDISCIPLINARIDADE também faz parte da GG, onde é trabalhado o conjunto das disciplinas teóricas do currículo com a complementação dos conhecimentos desenvolvidos nas demais disciplinas relacionadas ao esporte, jogos, danças, etc.
A expansão da GG trará benefícios para todos os esportes, pois poderá ocasionar o aparecimento de talentos. Não que ela tenha esse fim, mas quanto mais pessoas conhecem, maior será a chance de trazer novas pessoas para o esporte profissional.

Características da Ginástica Geral

· Sem finalidade competitiva, a GG está situada num plano diferente das modalidades gímnicas competitivas, num plano básico.
· Tem abertura para o divertimento, para o prazer, para a simplicidade, para o diferente, para a participação irrestrita, para todos;
· Na GG, o principal alvo de atenção deve ser a pessoa que a pratica.
· As suas metas fundamentais são promover a interação entre pessoas e grupos e desenvolver o interesse pela prática da ginástica com prazer e criatividade.
· A liberdade de expressão e a criatividade são pontos marcantes na GG
· A GG caracteriza-se como uma mescla de todos os tipos de ginástica e, portanto, não tem regras rígidas preestabelecidas.
· Dessa forma, a GG abre um leque imenso de possibilidades para a prática da ginástica, uma vez que ela não determina limites em relação a idade, gênero, número e condição física ou técnica dos participantes , tipo de material, música, favorecendo a participação e proporcionando uma ampla criatividade;

Objetivos da GG

· Estimular valorizar a participação dos alunos em atividades coletivas que não visem só a competição, aumentando o leque de conhecimento e sua relação social com o outro e com a comunidade fazendo com que ele cresça e se sinta parte do processo.
· Promover atividades em formas de jogos lúdicos (divertido, prazeroso) o conhecimento do próprio corpo e do outro, seus limites e suas possibilidades.
· Reconhecer os diferentes ritmos que ela produz e, perceber que estes ritmos estão presentes no dia a dia de forma diferente.

Exploração dos recursos dos materiais

· Exploração dos recursos próprios do material, no caso os pneus de automóvel e bicicleta em uso específico (por exemplo, formas de rolar).
· Exploração do material em outras situações, por exemplo, uma transposição a diferentes jogos, danças etc;
· Exploração do material nas artes cênicas, por exemplo, no teatro, na mímica, etc;
· Exploração do material nas artes plásticas, por exemplo, na construção de aparelhos ginásticos ou de malabarismos;

Após a exploração do material, utilizamos formas de trabalho que estimulem as descobertas individuais e grupais, tais como:
· Variações de utilização do pulso (o ritmo) da música;
· Utilização das possibilidades de amplitude de movimento;
· Utilização de deslocamentos em diferentes direções;
· Utilização de diferentes posições do corpo;
· Utilizando as variações do centro de gravidade do corpo;
· Utilização de variáveis de expressão corporal ou expressões afetivas;
· Utilização de imitações de personagens, animais, atividades esportivas, atividades profissionais etc.
· Utilização das expressões da Ginástica (Artística, Rítmica, Aeróbica, Acrobática).

O incentivo irrestrito à utilização diversificada de materiais tradicionais e não tradicionais da Ginástica caracteriza-se como outra orientação no trabalho com a GG. Os materiais devem ser explorados imensamente a fim de promover a descoberta de novas possibilidades de ação, favorecendo a inventividade e o enriquecimento do contexto educativo, além de ampliar o leque de opções de trabalho.
Há vários materiais pedagógicos que podem enriquecer o desenvolvimento das aulas de Ginástica Geral na Escola, como:
- Jornais - pratos de papelão
- Bexigas - toalhas
- Tábuas - cordões
- Revistas - cabo de vassoura
- garras de plástico - cordas
- pedaços de isopor - arcos
- sacos plásticos - bolas
- baldes - bolinhas de tênis

Outro aspecto importante que deve compor o conjunto de referenciais ou princípios norteadores para o desenvolvimento da Ginástica Geral na Escola refere-se à consideração da GG como um “espaço aberto de ação”.

Considerações Finais

Nossa responsabilidade como professores de Educação Física é imensa! Precisamos assumir o compromisso de refletir com os nossos alunos e alunas a respeito dos estereótipos do corpo presentes na atualidade. E quando o tema é Ginástica esse assunto ganha um destaque especial. Basta observarmos as inúmeras academias espalhadas por aí, cujo papel primordial tem sido alimentar essa “ditadura do corpo ideal”, na busca de um corpo “escultural” como sinônimo de felicidade. Mas essa não é a Educação Física (e a Ginástica) que queremos para as nossas crianças.
Pensamos numa Ginástica que não está preocupada em produzir “corpos estruturais” (musculosos), mas em participar da construção de “corpos culturais”, que com eles sentem, pensam, desejam, sofrem, agem, produzem, brincam, jogam...
Gostaria ainda de enfatizar a possibilidade de estarmos propondo outros modelos, de estarmos iniciando o processo de mudança, ou pelo menos tentando diferentes possibilidades, ao mostrarmos trabalhos concretos e possíveis de perspectivas educacionais na iniciação esportiva
“Estamos a assistir ao crescimento da geração do prazer, em que os jovens procuram buscar mais atividades que trazem prazer...”.
Os professores precisam “descobrir” que o mais importante não é o jogo, e sim quem joga. (Oliveira, 2001)

EQUIPE NOVA ENERGIA


Nós somos uma EQUIPE de profissionais de Educação Física onde nossa maior preocupação é com o ser humano, onde voltamos a nossa atenção para a saúde, a sociabilidade e prazer.

A realidade de nossos dias traz uma enorme preocupação com os seres humanos pois, estes sofrem com o estresse do dia a dia, violência, falta de emprego, afetividade e tempo e com as preocupações do cotidiano impostas pela humanidade. Então as pessoas deixam de cuidar desta maravilha que é o corpo (ser humano) seja este material intelectual ou espiritual.

Despertar a consciência da cidadania, da cultura através do esporte oferecendo a oportunidade de desenvolvimento físico, psicológico, social e principalmente saúde através de atividades físicas, de maneira saudável, orientada, com o acompanhamento de um profissional de Educação Física são algumas das metas da EQUIPE, que pode ser desenvolvido em parcerias com empresas ou com a própria instituição.

É reconhecida, desde há muito tempo, a necessidade do ser humano movimentar-se. A instituição Educação Física surgiu com o objetivo de satisfazer essa necessidade, organizando sistematicamente tais movimentos de maneira à melhor atender ao homem em seu processo individual e social de desenvolvimento.


Aqui, os alunos aprenderão que suas faculdades físicas não servem apenas para olhar para si próprio, e sim, para uma consciência de que todos podem fazer algo em favor do nosso próximo. Cidadania e solidariedade também se aprendem no esporte e particularmente nas atividades físicas.
“O esporte consiste em delegar ao corpo algumas das virtudes mais fortes da alma: a energia, a audácia, e principalmente a paciência. É o oposto à doença.”
(Honoré de Balzac)

“O esporte não cria nada que já não esteja na pessoa; o único que faz é canalizar as energias, desenvolver as tendência naturais e aprofundar as virtudes.”
( Durand, G.)


Se um dia alguém fizer com que se quebre avisão bonita que você tem de si,
com muita paciência e amor reconstrua-a.
Assim como o artesão recuperaa sua peça mais valiosa que caiu no chão, sem duvidar de que aquela é a tarefa mais importante,você é a sua criação mais valiosa.

Não olhe para trás.
Não olhe para os lados.
Olhe somente para dentro,
para bem dentro de você e faça dali o seu lugar de descanso
conforto e recomposição.

Crie este universo agradável para si.
O mundo agradecerá o seu trabalho. (Autor:Brahma Kumaris)
"a amizade é haver uma alma em dois corpos"
(aristóteles)
"Na vida nada acontece por acaso''
O que você faz hoje, pode fazer a diferença
em sua vida amanhã, pense nisso ...
www.amedeo.com
http://www.ahajournals.org/
http://journal.ajsm.org/
http://www.cdof.com.br/links1.htm
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/entrez/query.fcgi?db=PubMed
http://www.umich.edu/~mvs330/map.html
http://www.ifkb.nl/B4/abstracts.html
sites :
www.cdof.com.br/avalia.htm
http://bve.cibec.inep.gov.br/Biblioteca.htm
http://www.bireme.br/
http://www.cds.ufsc.br/laef/laef.html
www.saudeemmovimento.com.br
www.acsm.org/index.asp

Educação Física escolar utilizando as praias da baixada santista

www.BoletimEF.org


NASCIMENTO, Francisco Finardi do. Educação Física escolar: utilização das praias da baixada santista como ambiente de aprendizado. In: CONGRESSO CARIOCA DE EDUCAÇÃO FÍSICA, 4., 2009, Rio de Janeiro. Anais... Rio de Janeiro: FIEP, 2009.

http://www.boletimef.org/biblioteca/2543/Educacao-Fisica-escolar-utilizando-as-praias-da-baixada-santista

sábado, 25 de julho de 2009

SITES CIENTIFICOS

SITES CIENTÍFICOS

Organizador da lista: Alexandre Ramos Lazzarotto

1
www.capes.gov.br
2
www.cnpq.br
3
www.sbpcnet.org.br
4
www.usp.br
5
www.unicamp.br
6
www.ufrgs.br
7
www.fee.tche.br/bibvirtual
8
www.medportal.com
9 //circ.ahajournals.org
10
www.bu.ufsc.br
11
www.sibi.ufrj.br

12
www.ibge.gov.br
13 www.medscape.com
14 www.nature.com
15 //sportsmedicine.about.com/
16 www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed
17
http://www.newscientist.com/
18 www.funasa.gov.br
19 www.bireme.br
20 //content.nejm.org
21
www.bmj.com
22 www.amb.org.br
23 www.fapergs.tche.br
24 www.amrigs.com.br
25 Biblioteca pública de Nova York: //gopher.nypl.org
26 Biblioteca do congresso norte-americano: www.loc.gov
27 www.nlm.nih.gov
28
www.pnas.org
29 www.lactate.com
30 www.lancet.com
31 www.fisterra.com
32 www.jama.com
33
www.jap.org
34 www.sciencedirect.com
35 www.nuteses.ufu.br
36 www.ibict.br
37 www.filosofia.pro.br
38 www.hopkins.edu
39 www.cev.org.br
40 www.jama.com
41 www.bn.br
42 www.scielo.org
43 www.cdc.gov/epiinfo
44 //sportsci.org
45
www.prossiga.br/portaldereferencia
46 www.pedagogia.pro.br
47 //bnd.bn.pt
48
www.sciquest.com

FRYSBEE: ALEGRIA DO COMEÇO AO FIM!

FRYSBEE EM BREVE!

Surf feminino é tema de trabalho acadêmico


RELL SUNN


MARGOTT RITTSCHER
Por Wanessa Alves - 10/12/2004



Estudantes de Educação Física abordam o assunto em Trabalho de Conclusão de Curso

Observando o crescimento do surf feminino nos últimos anos, um grupo de alunos do quarto ano de Educação Física, da Unimes, em Santos, resgataram a história da categoria na Cidade em um Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). O esporte, cada vez mais infiltrado nas universidades, também é abordado em pesquisas, contribuindo para a documentação da história da modalidade.

Francisco Finardi do Nascimento, Fernanda Vieira dos Santos, ambos 23 anos, Feliciano Lellis da Silva Cardoso, 38 anos e Fabrício Ferreira Florêncio, 25 anos - único do grupo que não pega onda -, pesquisaram arquivos, livros, jornais, sites e, principalmente, entrevistaram pessoas que contribuíram para o progresso da modalidade e reuniram tudo em uma monografia com o título
A evolução do surf feminino na cidade de Santos”.

“No começo do ano, eu fiz um trabalho sobre a evolução das pranchas. Tive que dar uma estudada e o que mais intrigou foi não ver nada sobre o surf feminino”, comenta Fernanda. “Quando chegou a hora de escolher o tema do TCC procurei o Cisco (Francisco Aranã), que é meu professor, e ele aprovou de imediato a iniciativa. Logo depois os meninos entraram no projeto e começaram as pesquisas”.

Segundo o grupo, o trabalho foi dividido por décadas, apontando os destaques de cada época. “Abordamos a história do surf no mundo, no Brasil e na cidade de Santos, para que as pessoas conheçam um pouco do esporte. Em seguida fizemos um histórico dos anos 30, 70, 80 e 90, e finalizamos nos tempos atuais”.

No trabalho, eles destacam as principais praticantes do surf feminino santista e de que maneira estas atletas contribuíram para o crescimento da modalidade. Entre elas estão Margott Rittscher, primeira surfista de Santos; Maysa Ramos, fundadora do primeiro clube feminino de surf do estado de São Paulo, e Renata Polizaides, primeira mulher a participar de um campeonato de surf, em julho de 1977, na praia de Pitangueiras, no Guarujá.

“Naquela época não existia a categoria feminina e de última hora ela se inscreveu e acabou ganhando o campeonato. No ano seguinte, já havia a categoria e dez meninas se inscreveram, sendo oito de São Paulo e duas de Santos, a Renata e a Fernanda Maciel Marinho”, lembra a estudante.

O surfista e professor de esportes radicais da Universidade Metropolitana de Santos (Unimes) Francisco Aranã – mais conhecido como Cisco – ressalta que este foi um trabalho difícil e exigiu dos alunos uma busca por diversas pessoas, entre as quais Renata Polizaides, vivendo atualmente na Califórnia (EUA) e muitos outros que também moram no exterior.

“Eles verificaram todas as fontes possíveis e o resultado foi muito bom. É um trabalho totalmente relevante, irá para o acervo da biblioteca da universidade e funcionará como base de consulta para pessoas que pretendem conhecer mais sobre o surf feminino. Além de ser importante para ressaltar o passado e a história do esporte”, avalia o professor, que também coordena a Escolinha Radical de Santos, primeira escola pública de surf do Brasil.

Para este trabalho, os formandos realizaram uma pesquisa com 250 alunos da escola - que funciona no Posto 2, na praia do José Menino, em Santos -, sendo 157 mulheres e 93 homens. “Tempos atrás, as pessoas imaginavam que o número de mulheres praticando o surf era inferior”, diz Francisco Finardi do Nascimento. “Se você pesquisar desde a época da Margott Rittscher e da Renata Polizaides, vai encontrar um trabalho no passado que não pode ser esquecido. Se hoje existe tudo isso, temos que agradecer a elas por levantarem a bandeira do surf feminino”.

Para o grupo, hoje o surf já é mais aceito e respeitado pela sociedade. “Antigamente, um pai dar uma prancha para uma filha pegar onda era raro. Hoje, as meninas recebem total apoio da família, tanto que nas escolinhas que visitamos, pudemos observar que vários pais acompanham suas filhas”, conta o estudante. “Há um caso até curioso, na Hot Girls Surf School, uma escola só para mulheres que funciona no píer de Santos, uma mãe que faz aulas junto com a filha”.

Para Diolanda Vaz, presidente da Associação Brasileira de Surf Feminino (ABSF), esta é mais uma conquista do surf feminino. “Considero super importante este trabalho porque foram coletadas muitas informações sobre toda a história do surf feminino, desde o inicio, destacando a percussora e também os nomes de hoje. É gratificante ver o pessoal interessado no assunto, estudando e discutindo”, comemora.

“Com toda a batalha que enfrentamos na ABSF não temos uma conquista única, mas sim várias. Ganhamos espaço na mídia, em campeonatos e, com os patrocínios, o pessoal está começando a investir no surf feminino. Com isso conseguimos montar o I Festival World Wave de Surf Feminino, o primeiro campeonato feminino com divisão de categorias, em 2001. Logo depois surgiram outros, como o Circuito Petrobras, que tem as categorias Profissional e Amador”, conta Diolanda, que sempre trabalhou para o crescimento da categoria. Ela comanda a Hot Girls Surf School de Santos desde 2002 e contribuiu para que a escola fosse premiada no Dia do Surf 2004.

A evolução da categoria é fato. “A cada dia o esporte está ganhando mais adeptas, circuitos incluindo a categoria feminina e campeonatos e escolinhas exclusivas para as mulheres. Hoje existe parafina, prancha, lycra, leash, entre outros produtos voltados para este público. Sem contar que as marcas estão descobrindo que produzir roupas para as mulheres é o grande filão”, conclui Francisco Finardi do Nascimento.

EDEFIS.COM


EDFIS.COM

ESTE FOI O EDFIS.COM UM SONHO QUE ESTA ARQUIVADO POR FALTA DE $$$

sexta-feira, 24 de julho de 2009

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4.bp.blogspot.com/.../s400/josemenino.jpg

pechini.blogspot.com/2009/03/figuras-geometri...

Formações Curiosas nas Praias de Santos
Sábado, 21 de Março de 2009

CULTURA DO (PARA O) CORPO(RAL)


ESCUDERO, N. T. G. Bicicleta: Duas rodas e muitos caminhos. EMEF Dona Jenny Gomes. São Paulo, SP. Relato completo http://www2.fe.usp.br/~gpef/


GRUPO DE PESQUISAS EM EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR


GRAMORELLI, L. C. A cultura corporal do aluno como conteúdo curricular nas aulas de Educação Física: "Esportes com raquetes". IN: II Seminário de Metodologia do Ensino de Educação Física. São Paulo: FEUSP, 2008. Resumo - Texto completo http://www2.fe.usp.br/~gpef/





Resumos publicados em anais de congressos

ALLEVATO, Leonardo . O hábito de soltar pipas durante a noite na Barra da Tijuca: uma análise contextual do fenômeno. In: 22º Congresso Internacional de Educação Física, 2007, Foz do Iguaçu. Revista da Fiep, 2007.

ALLEVATO, Leonardo . Esportes Radicais: lazer ou necessidade?. In: Congreso Sudamericano FIEP, 2005, Córdoba. Revista da Fiep, 2005.

2009 - o ano da educação física escolar

O ano de 2009 foi eleito como o ano da Educação Física Escolar pelo Conselho Federal de Educação Física (Confef)
Heraldo Simões Ferreira14 Fev 2009 - 20h46min



O ano de 2009 foi eleito como o ano da Educação Física Escolar pelo Conselho Federal de Educação Física (Confef). A Educação Física é um processo de Educação em Saúde, seja por vias formais ou não formais, pois ao promover uma educação efetiva para a saúde e uma ocupação saudável do tempo livre de lazer, constitui-se em um meio efetivo para a conquista de um estilo de vida ativo e, em conseqüência, favorece a obtenção de qualidade de vida. Assim é correta a afirmação de que a Educação Física possui um objetivo primordial: promover uma qualidade de vida favorável. Segundo o Confef (2002), o profissional de Educação Física é um especialista em atividades físicas, nas suas mais diversas manifestações, tendo como propósito prestar serviços que favoreçam o desenvolvimento da educação e da saúde, contribuindo para a capacitação e/ou restabelecimento de níveis adequados de desempenho e condicionamento fisiocorporal dos seus beneficiários, visando à consecução do bem-estar, da consciência, da expressão e estética do movimento, da prevenção de doenças, de problemas posturais, da compensação de distúrbios funcionais, contribuindo ainda para a consecução da autonomia, auto-estima, da solidariedade, da integração, da cidadania, das relações pessoais, da preservação do meio ambiente, visando enfim a consecução da qualidade de vida. Portanto a Educação Física deverá ser conduzida como um caminho de desenvolvimento de estilos de vida ativos pelos brasileiros, para que possa contribuir para a qualidade de vida da população. Queremos enfatizar que durante a prática da Educação Física na escola, a criança está realizando as mais diferentes formas de movimento, em conseqüência disso realiza uma atividade física que então proporcionará uma boa qualidade de vida por diversos aspectos, sejam eles relacionados a satisfação pessoal, diversão, alegria, condicionamento físico e relacionamento interpessoal. Um estilo de vida ativo em crianças reduz a possibilidade de obesidade. Também é um fato que uma criança ativa se torne um adulto também ativo. Ao praticar a Educação Física Escolar e desta forma realizar atividade física, estaremos combatendo o sedentarismo na idade adulta. A finalidade da prática de atividades físicas na infância é fazer com que as crianças criem o hábito da prática e assim chegar a idade adulta compreendendo a importância desta atividade. Não se deve pensar que a realização da Educação Física Escolar deve ser somente competitiva, visando a formação de atletas campeões. Muito além disso, a Educação Física visa abraçar todos os alunos, levar o prazer através da atividade física, incluindo e não excluindo aquelas crianças com menor aptidão física e motora. Na prática da Educação Física Escolar, a criança tem a oportunidade de vivenciar diversos conteúdos, entre eles: jogos e brincadeiras, lutas, dança, ginástica, esportes e conhecimento sobre o corpo. Além disso, a criança recebe orientações sobre temas relacionados à saúde, ética, cuidados ao meio ambiente e pluralidade cultural, entre outros. Esta diversidade de conteúdos promove a amplitude de movimentos, assim é favorecido o desenvolvimento da força, velocidade, resistência, agilidade e flexibilidade. É um fato que na escola, o professor de Educação Física é um dos únicos profissionais de saúde presente no dia a dia dos alunos, desta forma, o mesmo procura promover a saúde através de palestras e aulas sobre higiene, cuidados com o corpo e a postura, primeiros socorros, fisiologia e anatomia humana. Assim, na escola, a atividade física, promotora da qualidade de vida, é claramente observável durante a prática ministrada pelo profissional de Educação Física. Esta prática pode ser indicada como um dos fatores comprovadamente importantes para a aquisição de um estilo de vida saudável, sendo um atenuante para a prevenção e combate aos agravos à saúde da nossa sociedade atual. Através do exposto, concluímos que a Educação Física Escolar deve ser valorizada como um importante meio de promoção e educação em saúde.
Heraldo Simões Ferreira é educador físico.
www.leoallevato.com.br

http://leoallevato.com.br/blog/?p=48

http://leoallevato.com.br

quinta-feira, 23 de julho de 2009

ESPORTES NA NATUREZA - EDUCAÇÃO FÍSICA (ESCOLA)

ALVES JUNIOR, Edmundo de Drummond
DIAS, Cleber Augusto Gonçalves
DALBEN, Andre
NASCIMENTO, Francisco Finardi
entre outros....

ESPORTES NA NATUREZA

ALVES JUNIOR, Edmundo de Drummond
DIAS, Cleber Augusto Gonçalves
NASCIMENTO, Francisco Finardi
entre outros....

entre-o-mar-e-montanha

http://wwwdesideratum.blogspot.com/2008/02/lanamento-do-livro-entre-o-mar-e.html
ALVES JUNIOR, Edmundo de Drummond. ; DIAS Cleber Augusto Gonçalves . CONCEPTUAL NOTES REGARDING THE SPORTS IN NATURE. In: Congresso Internacional da FIEP, 2006, Foz do Iguaçu. FIEP BULLETIN, 2006. v. V. 76. p. 141-144.

ALVES JUNIOR, Edmundo de Drummond.
Orientações em andamento
Dissertação de mestrado

Iniciação científica
Gustavo Bento Ribeiro de Araújo. Os esportes na natureza e as questões de gênero.. Início: 2008. Iniciação científica (Graduando em Licenciatura em Educação Física) - Universidade Federal Fluminense, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. (Orientador).
Entre o mar e a Montanha: Esporte, Aventura e Natureza no Rio de Janeiro
Cléber Augusto Gonçalves Dias e Edmundo de Drummond Alves Junior
EdUFF, Niterói, 2008, 152 p.
Imagine um amplo mercado consumidor ávido por produtos articulados a símbolos da cultura esportiva, associados a imagens de aventura, coragem, audácia e jovialidade. Junte-se a isso uma cidade de paisagens deslumbrantes, recortada por praias e morros propícios à prática de surf, caminhada, windsurf, vôo livre, escalada, ciclismo... Dessa mistura, emerge um poderoso símbolo de identificação coletiva que os pesquisadores Edmundo de Drummond Alves Junior e Cleber Augusto Gonçalves Dias chamam de "identidade esportiva do carioca". A expressão cunhada pela dupla encontra-se nesta obra, patrocinada pelo Ministério do Esporte. Baseado em extensa e eclética bibliografia - de Bourdieu a Habermas -, pesquisas em jornais, entrevistas e incursões a encontros, festas e points dos praticantes de montanhismo e surf, Entre o mar e a montanha: esporte, aventura e natureza no Rio de Janeiro revela um amplo painel dessas práticas esportivas sob os mais diferentes pontos de vista: da Geografia, História, Sociologia, Antropologia, Economia e Educação Física, uma leitura indicada não apenas para esportistas, mas também para interessados no tema.
Livros publicados/organizados ou edições

1. DIAS, Cleber Augusto G. . Urbanidades da natureza: o montanhismo, o surfe e as novas configurações do esporte no Rio de Janeiro. 1. ed. Rio de Janeiro: Apicuri, 2008. v. 1. 156 p.

2. DIAS, Cleber Augusto G. ; ALVES JUNIOR, E. D. . Entre o mar e a montanha: esporte, aventura e natureza no Rio de Janeiro. Niterói, RJ: EdUFF, 2007. 152 p.

Capítulos de livros publicados

1. DIAS, Cleber Augusto G. ; ALVES JUNIOR, E. D. . Geografia da ação: esportes na natureza e o território carioca. In: ALVES, JUNIOR, Edmundo; MELO, Victor; BRETAS, Angela. (Org.). Lazer e cidade: reflexões sobre o Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Shape, 2008, v. , p. 119-131.

2. DIAS, Cleber Augusto G. ; MELO, V. . Lazer e urbanização no Brasil: notas de uma história recente. In: Victor Molina; Jose Fernando Tabares. (Org.). Ocio y ciudad: dialogos para la construccion de espacios ludicos. Medellin: Civitas, 2007, v. , p. 69-90.

3. DIAS, Cleber Augusto G. . Montanhismo e urbanismo no Rio de Janeiro: um desejo de natureza. In: Victor de Andrade Melo. (Org.). História comparada do esporte. Rio de Janeiro: Shape, 2007, v. , p. 125-143.

Textos em jornais de notícias/revistas

1. DIAS, Cleber Augusto G. . A vida vem ondas.... Revista de História da Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro, p. 44 - 47, 01 jan. 2009.


Trabalhos completos publicados em anais de congressos

1. DIAS, Cleber Augusto G. ; ALVES JUNIOR, E. D. . Geografia da ação: os esportes na natureza e o território carioca. In: IX Seminário o Lazer em Debate, 2008, São Paulo. Seminário o Lazer em Debate, 2008. v. 9.

2. DIAS, Cleber Augusto G. . Sobre modernidade, lazer e natureza: primeiras notas para a história da formação de um costume. In: Encontro Nacional de Recreação e Lazer, 2008, São Paulo. XX Encontro Nacional de Recreação e Lazer, 2008. p. 75-75.

3. MENDES, T. M. ; DIAS, Cleber Augusto G. ; ALVES JUNIOR, E. D. . Surfe, território e identidades. In: XVIII Seminário Lazer em debate, 2007, Rio de Janeiro. Lazer nas ciências sociais, 2007. v. 8.

4. DIAS, Cleber Augusto G. ; ALVES JUNIOR, E. D. . Caracterização conceitual dos esportes na natureza. In: Seminário o lazer em debate, 2006, Belo Horizonte. Coletânea Seminário o lazer em debate, 2006. v. 7. p. 329-338.

5. DIAS, Cleber Augusto G. . Apontamentos iniciais para uma história comparada dos esportes na natureza. In: XII Encontro Regional de História - Anpuh Rio, 2006, Niterói. XII Encontro Regional de História.

6. ALVES JUNIOR, E. D. ; DIAS, Cleber Augusto G. . Surfe e esportes na montanha: sua prática na cidade do Rio de Janeiro. In: VI Seminário O lazer em debate, 2005, Belo Horizonte. Coletânea VI Seminário O lazer em debate, 2005. v. 6. p. 129-137.

7. DIAS, Cleber Augusto G. ; ALVES JUNIOR, E. D. . O Vôo livre no Rio de Janeiro: uma visão panorâmica. In: I Congresso de Engenharia do Entretenimento, 2005, Rio de Janeiro. I Congresso de Engenharia do Entretenimento, 2005.

8. DIAS, Cleber Augusto G. ; ALVES JUNIOR, E. D. . Novas urbanidades na cidade do Rio de Janeiro: o ecologismo, a praia e o surfe. In: XVII Encontro Nacional de Recreação e Lazer, 2005, Campo Grande - MS. Encontro Nacional de Recreação e Lazer, 2005. v. 17.

9. DIAS, Cleber Augusto G. . Cocebagem fiolosófica: funções e significados da aula livre na escola. In: IX Encontro de Educação Física escolar, 2005, Niterói, RJ. A formação dos professores, 2005.

10. DIAS, Cleber Augusto G. . Lazer e esportes na natureza face à educação ambiental: entre o possível e o necessário. In: V semninário O lazer em debate, 2004, Rio de Janeiro. V seminário o lazer em debate, 2004.


11. DIAS, Cleber Augusto G. . Esportes na natureza e Educação Física escolar. In: VIII Encontro Fluminense de Educação Física escolar, 2004, Niterói. Educação Física e cultura, 2004. v. 8. p. 215-218.

http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4744639E1
http://libdigi.unicamp.br/document/?code=000443213

Consultar: Educação FísicaInício > Dissertações e Teses > Educação Física

Título [PT]: Educação do corpo e vida ao ar livre : natureza e educação fisica em São Paulo (1930-1945)
Título [EN]: Body education and open-air life : nature and physical education in São Paulo (1930-1945)
Autor(es): Andre Dalben
Palavras-chave [PT]: Corpo , Natureza , Colonia de ferias , Parques de recreação , Escolas ao ar livre
Palavras-chave [EN]: Body , Nature , Summer Camps , Playgrounds , Outdoor Schools , Área de concentração: Educação Fisica e SociedadeTitulaçao: Mestre em Educação
FisicaBanca:
Carmen Lucia Soares [Orientador]
Heloisa Helena Pimenta Rocha
Silvia Cristina Franco Amaral

Resumo:
A pesquisa procurou compreender e discutir os diferentes imaginários médicos, do início do século XX, em relação à natureza brasileira, assim como, as distinções feitas entre o ambiente urbano e o rural. A partir, principalmente, das relações emersas entre os movimentos sanitarista, higienista, eugenista e a Educação Física, observou-se a consolidação, no Brasil, de um imaginário que concebia a natureza como ambiente ideal, tanto para a cura e a prevenção de doenças, quanto para o fortalecimento e a educação do corpo, por meio de exercícios físicos como a ginástica, o esporte, os jogos e práticas terapêuticas como a helioterapia, a hidroterapia e a climatoterapia. Seguindo os caminhos de tal concepção de natureza, o Departamento de Educação Física do Estado de São Paulo, órgão subordinado a Secretaria da Educação e Saúde Pública, sobressai-se, uma vez que foi responsável, já na década de 1930, por importantes intervenções junto a duas instituições extra-escolares que mantinham proximidade com o imaginário da natureza curativa e educativa: os Parques Infantis e as Colônias de Férias. Quanto à instituição escolar, foi o Departamento de Educação Física do Estado de São Paulo responsável por criar e dirigir a Escola de Aplicação ao Ar Livre Dom Pedro II, a qual se conformou como uma instituição de ensino experimental localizada no interior de um parque público e que manteve como objetos centrais de sua pedagogia a Educação Física e a natureza
Abstract: The research has sought after comprehending and discussing about the different medical imaginaries, from the beginning of the 20th century, in respect to Brazilian nature, as well as the distinctions drawn between the urban and the rural environment. Mainly from the emerged relations between the sanitary, hygienist, eugenist movements and the physical education, the consolidation in Brazil of an imaginary which conceived nature as an ideal environment was observed, for healing and disease prevention, as much as the strengthening and the education of the body, through physical exercises such as gymnastics, sports, games and therapeutic practices as heliotherapy, hydrotherapy and climotherapy. Following the ways of such a conception of the nature, the Department of Physical Education of São Paulo State, an organ under the Secretariat for Education and Public Health, stands out, once it was responsible, in the 1930s, for important interventions with two extracurricular institutions which kept nearness to the imaginary of healing and educational nature: the playgrounds and the summer camps. As for the school institution, it was the Department of Physical Education of São Paulo State responsible for creating and running the D. Pedro II School of Outdoors Application, which configured itself as an institution of experimental education located inside a public park and that kept nature and physical education as central objects of its pedagogy
Data da defesa: 18-03-2009Código: 000443213Informações adicionais:
Idioma: PortuguêsData de Publicação: 2009 Local de Publicação: Campinas, SP
Orientador: Carmen Lucia Soares Instituição: Universidade Estadual de Campinas . Faculdade de Educação Física Nível: Dissertação (mestrado) UNICAMP: Programa de Pós-Graduação em Educação Física
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ti_meCategoria: AplicaçãoFormato: Documento PDFArquivo: Dalben, André.pdfTamanho: 6946 Kb (7112445 bytes)Tempo estimado para download: 3 minuto(s) (Velocidade de conexao de 56 kb/s)Criado: 03-07-2009 15:35Visitas: 54Downloads: 5

EDUCAÇÃO FÍSICA NA PRAIA: UMA PODEROSA FERRAMENTA NO DESENVOLVIMENTO PSICOMOTOR DO ALUNO


A atividade física, como ação psicomotora e através da educação psicomotora, estimula a prática do movimento em todo o decurso de existência do indivíduo. Tal ponto de vista baseia-se nos conceitos da educação permanente, como uma nova forma de evento educativo que atualmente tende a revolucionar os sistemas educacionais mundiais. Ela diversifica-se em função das relações sociais, das idéias morais, das capacidades e da maneira de ser de cada um, além de seus valores; educa o movimento, ao mesmo tempo em que põe em jogo as funções da inteligência. É notório que o Brasil tem 9.198 km de extensão litorânea, sendo que 7 km pertencem à cidade de Santos no Litoral Paulista, pois temos o privilégio de poder contar com uma excelente extensão de areia e o mar calmo na maioria dos dias, a praia é a realidade de nossos alunos como é o rio ou a montanha para os alunos do campo, motivo pelo qual, despertou-me o interesse em explorar esta riqueza natural, compartilhando-a com as atividades exercidas nas aulas de Educação Física Escolar. Acredita-se que essa pesquisa bibliográfica contribuirá para que profissionais da área de Educação Física Escolar compreendam melhor as contribuições e variações de ambientes nas aulas. Portanto, este estudo objetiva apresentar o elemento “praia” como uma poderosa ferramenta no desenvolvimento psicomotor do aluno.
Jogos de Praia 2009



Escrito por Administrator
Quinta, 14 Maio 2009 13:27
Mais uma vez os nossos alunos do ensino básico e secundário participaram nos Jogos de Praia realizados pelo Departamento de Educação Física e Desporto. Foi no dia 4 de Maio de 2009 que as diversas equipas foram postas à prova na praia da Fonte da Telha.

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Actualizado em ( Quinta, 14 Maio 2009 13:39 )


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